domingo, 24 de abril de 2011

Bit of Change



Bit of change
Don’t you try to change me more, and more, more
Bit of stance
Don’t you try to luck me more, more and more…
Stance of tense
I feel pain (I feel pain)
Don’t you ever? (Don’t you ever?)
Don’t you ever been in clean words?
Mind stance
I feel pain
I can’t find gain…

terça-feira, 19 de abril de 2011

Alegórico categórico - Marquis

Mais um pseudo-single, com elementos do classic blues, progressive e alguns reverbers italianos...

Creio que ja devem estar cansados das dedicações melosas do anterior "Turkish Flower" e "Mary-Anne". Desta vez algo bem menos cantarolado, e mais reflexivo, uma dedicatória mais além do que, fascinação, caça ou abstinencia. Algo tão profundo quanto uma espécie de admiração, prezo, tesouro.
Ainda sim continuo cara-de-pau como todo sempre...






Desta vez são só duas....

1 - Alegorias
2 - I saw your face



E desde já abraços e agradecimentos a Don e Gary pelo espaço cedido!

Alegorias

Alegórico é tal assunto a reformar
Algo a esconder novamente
Ou morrer a esmo, algo para nada retomar!
Categórica minha ousadia de planejar
Sonhar um flerte ou refazer o mesmo vôo
Ou mesmo continuar só em mente!

Io puoi mollalo!

Vida, engraçada a minha
Inspirar-me freqüentemente ao teu gosto
Volto ao hiato, em frente, mas não o fundo do poço...
Oh La Vita, descaso a minha
Impressionar-lhe mais e mais, um prêmio a cada dia!
Sejam lá quantas tentativas!

Ma’ io lo rifarei  

Ilógico minhas frases, fantásticas minhas falhas
O que vale é o percurso...
Antiquado, engraçado, é antigo esse vicio...
É o meu alvo, não é minha caça,
Com um diploma esse seria meu oficio!

Oh, non mio cuore!

Faria até uma turnê em seu nome,
Criaria uma nova fantasia,
Pararia até o tempo que me consome,
E várias outras coisas que eu lhe faria...

Novamente para lhe impressionar!

Io sono il tuo menestrel!

I saw your face - (Marquis)



I saw your face in some kind of mirror
I never tried to tell what’s going on…

I started pray when I wasn’t wrong
I never told for who is this song

It’s been so hard
Keeping it safe
It’s been so hard
Keeping it inside…

I draw your face in my song book
I never dared to say “Come closer”

It’s been so hard
Keeping shut
I couldn’t tell you at any place
It could be easier… 

quarta-feira, 30 de março de 2011

Major Tom

Citado em 1969 na canção escrita por David Bowie, é um personagem da musica Space Oddity. Major Tom é o astronauta que voa da terra para lua, e logo se perde no espaço, de acordo com as letras e o decorrer da musica. Ele é mencionado novamente em “Ashes to Ashes” como referencia de retorno e conclusão. Em “Hallo Spaceboy” novamente é mencionado e questionado, como se ele ainda continuasse um enigma até para o próprio criador.

Space Oddity conta a história do astronauta Major Tom, e sua trajetória para lua, ambientando uma conversa via radio com seu controle de base (Ground Control). No decorre da história, após aterrissar na lua, Major Tom se perde no espaço por não conseguir achar o caminho devolta.
Ashes to Ashes pode ser considerada como uma canção que conclui a odisséia de Major Tom. Nessa musica Major Tom encontrasse “perdido” ainda, pois está hospitalizado num manicômio, e ainda sim acreditando estar no espaço, sem rumo. “Ashes to Ashes, Funk to funky, we know Major Tom is junkie”
Hallo Spaceboy, é o um ultimo retorno de Major Tom, onde é questionado, se não gostaria de livre, se gosta meninos ou meninas, e que de qualquer maneira será coberto pela “poeira lunar”.
Ambas canções são um tanto autobiográficas de certo ponto. Enquanto Major Tom, foi composta em 69, nos anos onde a psicodelia estava em alta, pode se notar de acordo com as batidas, e delusão da letra traços do efeito de lisérgico. Em Ashes to Ashes, Bowie estava limpo, absolutamente, do vicio de cocaína iniciado em 74 ou 75. “Pode se dizer que Ashes to Ashes é uma das canções mais honestas de Bowie” de acordo com posts no blog Mofo. Quanto a Hallo Spaceboy... Não faço a menor idéia do que seja realmente, posso notar é a desintegração do personagem e a trama em si, de acordo com a letra.

São poucos casos na musica em que um personagem surge de uma canção, e assim permanece vivo quase 40 anos, de ouvido a ouvido de show em show.

domingo, 27 de março de 2011

Alma do Vinho


A Alma do vinho se entorna,

Sou meu anoitecer,

Faço da minha dor amante,

E deleito-a em meu leito,

Eu a profano fartamente,

Do modo mais extremo de meu ser...

Sem sopro de hesitas, fartas mentiras ou choros silentes,

O tempo atento,

Traça sedento,

Uma entorpecida sombra triste,

A abraçar-me...

Sem piedade mortal,

O céu a noite padece,

Apenas eu degusto... A amada beleza do instante...

O vento sem falsete – canta,

Na lua – o olhar frígido,

À noite sem piedade,

Fatal e a orla,

Rainha de madrugadas insones,

Perfume de meus licores,

Dama de meu sentir,

Amante de meus temores,

Tu trazes o dom,

De afastar-me de mim...



Aos Grandes Mestres Baudelaire, Rimbaud, Verlaine e Byron...


quinta-feira, 24 de março de 2011

The decadent lapse of the society

Direto e reto!
Uma coisa que me atordoa, é o fato das pessoas de classes bem menos abastadas estarem cada vez mais se deteriorando em questão ética moral e social.

Porque justo a classe pobre?
Eis o porquê! Ser pobre não significa ser primitivo! Isso é óbvio e tenho em mente... Mas observando com cuidado, percebo que simplesmente estão aderindo cada vez mais a esse padrão. O dinheiro não compra cultura, sabedoria, bons modos nem educação, de fato, mas logo deixam bem aparente sentirem-se confortável com este “nível”.

A sociedade da qual faço parte, infelizmente está cada vez mais e mais decadente, e menciono princípios básicos. As pessoas estão preferindo mais aderir às tais “leis da rua” (logo cairia bem “leis da selva”) do que a boa velha educação que é recebida em casa (se houveram...).

Mas porque mencionar a classe pobre?
Claro que as classes altas também têm suas “gafes” e suas quedas de nível... Mas não se vê estas pessoas tomando atitudes baixas por tão pouco...

Os grandes defeitos notórios das classes altas logo são o totalitarismo segregador e a presunção...

Seria bem justo uma balança!
De um lado, alguém que acredita ter poder o bastante para menosprezar qualquer tipo de pessoa inferior a qualquer característica deste.
Do outro, alguém que pouco sabe, pouco quer saber, comporta-se primitivamente a qualquer situação dentro ou fora de sua realidade e muito pouco se importa ao que pode lhe acontecer.

Eu praticamente estou pedindo para viver em Marte... Mas como é impossível no momento, nada me resta do que “tentar” sobreviver a esse pandemônio, esse desafio de viver em sociedade com tais grandes extremos. Superioridade megalomaníaca acima da cabeça e niilismo atroz 200 metros abaixo do bom senso...